Polícia Civil de MG identifica monoetilenoglicol em petisco para cães; há mortes suspeitas em pelo menos 9 estados e no DF

3 de setembro de 2022
Petiscos contaminados

A substância foi uma das identificadas na contaminação das cervejas da Backer, em 2020. Em Minas Gerais, já foram registradas oito mortes de cachorros.

Por Rafaela Mansur, g1 Minas — Belo Horizonte  

A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta sexta-feira (2), que identificou a presença de monoetilenoglicol em um dos petiscos para cachorros entregues à delegacia por tutores de animais que passaram mal ou morreram após a ingestão dos produtos.

A substância já tinha sido detectada por meio de necropsia realizada pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em um dos cãezinhos mortos.

Segundo a polícia, subiu para sete o número de cães mortos em Belo Horizonte com suspeita de intoxicação – até a noite desta quinta-feira (1º), eram seis. Outras seis internações foram registradas na capital mineira. Em Piumhi, no Centro-Oeste do estado, também houve um óbito.

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