Neoplasia Mamária em Cães

Dra Samanta Rios Melo

Ultima atualização: 17 MAR DE 2020

Nome em inglês

Mammary Gland Neoplasia in dogs

Nomenclatura / sinônimos

  • Tumor/ neoplasia de mama
  • Tumor/ neoplasia mamária
  • Carcinoma mamário 

Definição

Os tumores mamários são a neoplasia mais comum em cadelas não castradas. O câncer de mama representa a segunda neoplasia mais frequente em humanos e em todos os cães, após câncer de pulmão e pele, e muitos relatos indiquem que os cães são duas a quatro vezes mais suscetíveis a câncer de mama do que as mulheres em determinadas áreas geográficas. A incidência de tumores de glândula mamária canina nos Estados Unidos, por exemplo, foi reduzida significativamente, devido à prática comum de realizar ovariossalpingohisterectomia (OSH) em idade precoce. Os tumores das glândulas mamárias são muito mais comuns em muitos países onde a ovario-histerectomia não é realizada rotineiramente, ou é realizada em menor escala, como em muitos países da América Central e América do Sul, por exemplo.

A maioria dos tumores da glândula mamária são primários
e de origem epitelial. Alguns, no entanto, podem ter histologia mista, composta por tecido epitelial e mioepitelial, com áreas de cartilagem e osso, e alguns tumores são de origem puramente mesenquimal. 

A classificação dos tumores mamários é extremamente complexa e baseia-se em achados histopatológicos. A maioria dos tumores mamários caninos é classificada como neoplasia epitelial e dividida em tipos benignos e malignos. Os tumores epiteliais benignos incluem o adenoma e o tumor misto benigno. Os tumores epiteliais malignos incluem: Carcinoma in situ; Carcinoma simples: tipos tubular, tubulopapilar, cístico-papilar, cribriforme; Carcinoma sólido; Comedocarcinoma; Carcinoma anaplásico; Carcinoma complexo.

As neoplasias caninas mamárias menos comuns são: Carcinoma espinocelular, Carcinoma adenoescamoso, Carcinoma de células fusiformes, Neoplasias mesenquimais malignas, Carcinosarcomas (tumores malignos mamários mistos). Tumores mistos de glândulas mamárias consistem em células ductais e mioepiteliais com áreas de cartilagem e osso.

Fisiopatologia

Embora os tumores da glândula mamária canina possam ser benignos ou malignos, aproximadamente 40% a 50% desses tumores são malignos em cadelas. 

Todos os tumores malignos da glândula mamária têm o potencial de metástase. O risco e o padrão metastático são influenciados pelo tipo de tumor, diferenciação histológica e vários fatores prognósticos clínicos. Em geral, os tumores epiteliais malignos metastatizam via linfáticos para os linfonodos regionais e os pulmões, enquanto os tumores mesenquimais tipicamente metastatizam pela via hematogênica diretamente para os pulmões.

 

Etiologia

Estrogênios e progesterona desempenham um papel importante no desenvolvimento normal da glândula mamária, mas esses hormônios também têm sido implicados no desenvolvimento do tumor. Os estrógenos são promotores de células iniciadas, além de regular a transcrição de vários proto-oncogenes nucleares. Um estudo encontrou um risco aumentado, com uma razão de chances de 2,32, de desenvolvimento de tumores da glândula mamária em cães tratados com progestágenos. 

Os tumores da glândula mamária, benignos e malignos, expressam receptores de estrogênio (ERs). Além de estar envolvido na transformação maligna inicial, o ER também pode representar um alvo terapêutico racional em tumores de glândula mamária canina, como no câncer de mama em mulheres.

A duração da exposição aos hormônios ovarianos no início da vida determina o risco geral de câncer mamário. O risco de desenvolver tumores da glândula mamária aumenta de 0,5% para 8% e 26%, dependendo se a ovario-histerectomia é realizada antes do primeiro, segundo ou qualquer estro a seguir, respectivamente. O tratamento com progestáegnos para controle populacional também aumenta o risco de desenvolvimento de tumores mamários em cães e gatos. 

Além da influência hormonal no risco de desenvolver tumores da glândula mamária, também existem outros fatores, como predisposição genética e dieta, que demonstraram contribuir para o desenvolvimento do tumor. 

Ainda, a obesidade no início da vida está associada a um risco aumentado de neoplasia mamária em comparação com cães com baixo peso no momento da puberdade. Essa associação também acredita-se que pode ocorrer em gatos, sem descrição em literatura.

 

Maior ocorrência

Nas populações caninas onde a maioria dos cães é não castrada, os tumores mamários representam 50-70% de todos os tumores que ocorrem em fêmeas. A neoplasia mamária ocorre de maneira incomum em cães machos. Cães com tumores nas glândulas mamárias são geralmente mais velhos, com aproximadamente 9 a 11 anos, sexualmente intactos ou castrados mais tardiamente. O aumento da prevalência em determinadas raças de cães e gatos sugere um componente genético para o desenvolvimento de tumores mamários.

Certas raças de cães apresentam um risco maior de desenvolver tumores da glândula mamária. As raças com risco aumentado de câncer de mama variam um pouco de acordo com o estudo e a localização geográfica. Poodles toy e miniatura, Doberman, Cocker Inglês, Cocker Spaniel, Setters Ingleses, Pointers, Pastores Alemães, Malteses, Yorkshire Terriers e Dachshunds, são raças relatadas a ter incidência aumentada de tumores da glândula mamária em vários estudos.

Achados de anamnese

A maioria dos cães com tumores de glândula mamária é clinicamente saudável quando se apresenta inicialmente para avaliação de seus tumores. Os tumores podem ter sido encontrados pelo proprietário ou podem ser achados incidentais durante o exame físico de rotina.

Manifestações clínicas

Dependendo do tipo de tumor e de quando ele é detectado, os tumores podem ser pequenos, grandes, ulcerados, fixos, bem circunscritos ou envolver uma ou várias glândulas. As 4ª e 5ª glândulas mamárias caudais são mais comumente envolvidas que as glândulas craniais, mas a localização não parece afetar o prognóstico. Não é incomum encontrar mais de um tumor em glândulas diferentes; mais de 60% dos casos têm mais de um tumor.

Os linfonodos regionais podem estar normais ou aumentados a palpação. Estudos relatam que 10% a 50% dos cães com tumores da glândula mamária têm linfonodos aumentados.

Cães com doença metastática avançada ou carcinomas inflamatórios mamários geralmente apresentam sinais sistêmicos da doença quando são diagnosticados. Cães com doença metastática podem apresentar sinais inespecíficos como fadiga, letargia e perda de peso. A gravidade desses sinais depende da extensão e localização das metástases. Cães com metástases podem ou não ter tumores óbvios nas glândulas mamárias, dependendo de terem tido ressecção cirúrgica prévia de tumores primários. A maioria das metástases nos tumores das glândulas mamárias ocorre dentro de 1 ano da cirurgia inicial

Cães com carcinoma inflamatório de glândula mamária apresentam sinais clínicos mais expressivos. Os sinais clínicos típicos incluem inflamação extensa das glândulas mamárias envolvidas com edema e dor. Eles geralmente estão em péssimas condições clínicas e apresentam fraqueza generalizada, perda de peso, poliúria e polidipsia e alta incidência de doença metastática, tanto para os linfonodos regionais quanto para os pulmões.

Diagnóstico

Citologia aspirativa: Os aspirados por agulha fina nem sempre podem diferenciar com precisão entre tumores epiteliais malignos e benignos. Dessa forma, um aludo citológico de neoplasia mamária benigna não exclui a necessidade de excisão da formação e envio para exame histopatológico. As citologias de tumores de mama podem ser úteis para diferenciar de outros tipos tumorais, como mastocitoma ou lipoma, por exemplo. 

A citologia do linfonodo regional é importante para avaliar metástases, mesmo que o mesmo seja normal a palpação. Podem ocorrer metástases em múltiplos linfonodos, incluindo os contralaterais, de modo que os linfonodos inguinais ou axilares aumentados também são aspirados, independentemente da localização do tumor primário. A drenagem linfática das glândulas mamárias é complexa, principalmente na presença de neoplasia. Em cães, normalmente a primeira e a segunda glândulas mamárias (M1 e M2 craniais) drenam para o linfonodo axilar ipsilateral. A quarta e a quinta glândulas mamárias (M4 e M5 abdominais) drenam para o linfonodo inguinal superficial. A terceira glândula mamária (M3) pode drenar para o axilar ou linfonodo inguinal.

Histopatologia: Histopatologia é o padrão-ouro para o diagnóstico de neoplasia mamária. Uma biópsia cirúrgica, geralmente uma biópsia excisional, é recomendada como abordagem inicial de diagnóstico para cães com tumores da glândula mamária. Esta biópsia fornecerá tecido para diagnóstico histopatológico e será terapêutica para cães com tumores benignos. Cães com tumores malignos pequenos e bem diferenciados podem ser curados por biópsia excisional se as bordas cirúrgicas estiverem completas.

O status do linfonodo regional tem um forte impacto na sobrevida em cães com tumores de glândula mamária. Portanto, os linfonodos regionais devem ser avaliados histopatologicamente em todos os cães com tumores malignos, para que o tratamento sistêmico possa ser iniciado nos casos com metástase de linfonodos regionais.

Radiografias: Radiografias torácicas em 3 projeções são importantes no estadiamento e pesquisa de metástase. A metástase pulmonar é relatada em 6-35% dos cães no momento do diagnóstico.

Ultrassom abdominal: A ultrassonografia abdominal tem o benefício adicional de melhorar o estadiamento ao examinar linfonodos e órgãos abdominais. Em cães, os carcinomas inflamatórios mamários podem sofrer metástase para a bexiga urinária ou para o trato reprodutivo. Metástases renais e / ou hepáticas são relatadas em 20-25% dos tumores mamários caninos não inflamatórios.

Tomografia computadorizada: A TC em maior sensibilidade em permitir observar nódulos pulmonares menores na pesquisa de metástase.

 

Prognóstico

Vários fatores prognósticos foram identificados em cães com tumores da glândula mamária, incluindo idade, tamanho e estágio do tumor, comportamento clínico do tumor, tipo histopatológico do tumor, grau do tumor, grau do tumor, status do receptor de estrogênio, densidade do microvaso e alterações genéticas moleculares.

A diferenciação histopatológica dos tumores epiteliais da glândula mamária tem impacto no prognóstico, com uma piora do prognóstico associada à perda de diferenciação. Carcinoma in situ e adenocarcinomas têm o melhor prognóstico, e carcinomas anaplásicos e inflamatórios têm o pior prognóstico. Cães com tumores malignos das glândulas mamárias têm um tempo de sobrevida significativamente menor do que cães com tumores benignos. Cães com carcinomas inflamatórios têm prognóstico extremamente ruim, com sobrevida média de 25 dias a partir do diagnóstico. 

Cães com tumores epiteliais malignos pequenos (< 3cm) e bem diferenciados (baixo grau) podem ter um excelente prognóstico apenas com ressecção cirúrgica, e cães com tumores avançados, maiores (>3cm), mais indiferenciados (alto grau) têm um prognóstico reservado e podem requerer terapia adjuvante. 

O prognóstico também piora com o avanço do estágio da doença. Cães com doença localizada se saem melhor do que aqueles com metástase de linfonodos (doença no estágio IV), e ambos os grupos se saem melhor do que cães com metástase distante (doença no estágio V).

Diagnósticos diferenciais

Incluem outras neoplasias cutâneas, como lipoma, mastocitoma, sarcoma, etc; que não envolvem tecido mamário.

Tratamento

Cirurgia

A cirurgia é a base do tratamento dos tumores da glândula mamária canina e é a modalidade mais eficaz para o controle local do tumor. Para cães com um único nódulo mamário, o objetivo é remover completamente a formação, com margens livres. Uma recomendação típica é incluir 2 -cm de margem lateral e um plano fascial profundo. Essa margem profunda pode incluir a fáscia muscular abdominal e / ou porções da parede abdominal, embora as margens adequadas podem variar dependendo do tamanho total do tumor e do tamanho do tumor em relação a o paciente. O linfonodo inguinal está intimamente associado à quinta glândula mamária e é normalmente removido com essa glândula. Os linfonodos axilares são de difícil acesso e geralmente são removidos apenas se estiverem aumentados ou se a citologia tiver demonstrado metástase.

Para tumores muito pequenos e de baixo grau, a nodulectomia (ou seja, remoção da formação com margens livres enquanto deixa grande parte da glândula mamária) costuma ser suficiente. Para tumores maiores, fixos ou ulcerados, a mastectomia local (ou seja, remoção de uma única glândula mamária) ou mastectomia regional (ou seja, remoção de várias glândulas contíguas - geralmente glândulas 1, 2 e 3 ou glândulas 3, 4 e 5) são comumente realizadas. A mastectomia radical unilateral ou bilateral em cadeia pode ser realizada quando múltiplos tumores mamários estão presentes ou mesmo de maneira preventiva: cães jovens com múltiplos tumores podem se beneficiar de mastectomias de cadeia bilateral na tentativa de impedir o desenvolvimento de futuros tumores mamários.

A OSH é normalmente recomendada para cães que estão intactos no momento do diagnóstico. Para evitar a propagação de tumores na cavidade abdominal, a OSH é realizada primeiro e, em seguida, a massa mamária é removida após o fechamento abdominal. Um grande estudo retrospectivo relatou que os cães submetidos à OSH concomitantemente à remoção do tumor viviam significativamente mais do que os cães tratados apenas com a remoção do tumor.

A excisão cirúrgica pode ser curativa em cães com doença em estágio I e naqueles com carcinomas pequenos, não invasivos e bem diferenciados. Cães com tumores de alto grau ou maiores provavelmente desenvolvem doença metastática, e podem se beneficiar de terapia adicional.

No caso específico do carcinoma inflamatório (que pode ser diagnosticado previamente por meio de biópsia incisional ou citologia), os benefícios da cirurgia para não são claros e muitos cirurgiões oncológicos declaram que a cirurgia é contraindicada para esse tipo de tumor. Esse tumor geralmente se estende microscopicamente para longe da massa palpável e a metástase cutânea e sistêmica é extremamente comum. A cicatrização de feridas também pode ser comprometida significativamente, e a ocorrência de coagulopatias é comum com esses tumores, o que aumenta muito o risco cirúrgico.

Radioterapia: A radioterapia é uma terapia adjuvante padrão (pós-operatória) ou neoadjuvante (pré-operatória) para câncer de mama com excisão estreita em mulheres. Sua utilidade para neoplasia mamária canina é desconhecida.

Quimioterapia: A quimioterapia é usada em cães com tumores malignos da glândula mamária, tanto no cenário adjuvante quanto em cães com doença metastática grave. No entanto, existem informações limitadas sobre a eficácia da quimioterapia adjuvante em cães com tumores de glândula mamária de alta malignidade. 

Um protocolo adjuvante com combinação  de 5-fluorouracil (5-FU) e ciclofosfamida melhorou o resultado em comparação com a cirurgia sozinha em um pequeno estudo. A doxorrubicina (25-30mg/m2 IV) por sua vez, é uma das drogas mais comumente usadas após a remoção cirúrgica de tumores mamários malignos, embora sua eficácia como adjuvante não tenha sido extensivamente estudada para esses tumores em cães. 

Com relação a metástase, verificou-se que a doxorrubicina era eficaz em cães com metástase pulmonar, e um estudo preliminar mostrou melhora na sobrevida em cães com tumores de glândula mamária de alto risco que receberam doxorrubicina adjuvante em comparação com cães tratados apenas com cirurgia

Antinflamatórios não esteroidais: As neoplasias mamárias superexpressam a ciclo-oxigenase-2 (COX-2) . O uso de anti-inflamatório não esteróide (AINE), piroxicam, melhorou a sobrevida em um pequeno grupo de cães com carcinoma inflamatório mamário. O piroxicam ou outros AINEs também podem ser úteis para outros tipos de neoplasia mamária. 

O piroxicam (inibidor não seletivo de COX) ou o firocoxib (inibidor de COX -2) podem ser também considerados terapia de suporte. Como AINE, estes medicamentos proporcionam alívio da inflamação local associada ao tumor.

Outras medicações: Analgésicos adicionais podem ser necessários em casos graves ou com metástase óssea. Para tumores mamários ulcerados, antibióticos podem ser indicados para infecção bacteriana secundária.

O tamoxifeno e antagonistas de hormônios são comumente usados ​​em mulheres com câncer de mama, mas seus benefícios não são comprovados em cães. O tamoxifeno geralmente não é tolerado pelos cães por causa de seus efeitos colaterais pró-estrogênicos significativos, como piometra, inchaço e secreção vulvar e alterações comportamentais.

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