Cinomose canina

Claudia Inglez

Ultima atualização: 23 MAR DE 2021

Nome em inglês

Canine distemper

Definição

Afecção viral multissistêmica e contagiosa dos carnívoros terrestres, sendo o cão o principal hospedeiro reservatório.

Fisiopatologia

O vírus da cinomose está presente nas secreções do trato respiratório, e é mais comumente disseminado por meio de aerossóis ou gotículas. No entanto, cães infectados podem liberar partículas virais em quase todos os fluidos corporais.

Ao entrar em contato com o epitélio do trato respiratório, o vírus se multiplica nos macrófagos do tecido e é transportado para os linfonodos locais. Em poucos dias, o vírus se prolifera nos órgãos linfoides, incluindo o baço, linfonodos mesentéricos e as células de Kupffer hepáticas. Assim, há linfocitólise, linfopenia e imunossupressão. Faz então uma disseminação hematogênica para células epiteliais dos tratos respiratório, gastrointestinal e urogenital, bem como para o sistema nervoso central (SNC). Os tecidos epiteliais e o SNC são tipicamente infectados no 8º ou 9º dia após a infecção.

O vírus pode sobreviver no ambiente por algumas horas e, durante esse tempo, pode ser transmitido por fômites como mãos, pés, instrumentos, equipamentos ou superfícies ambientais contaminadas. O período de incubação é geralmente de 1 a 2 semanas a partir do momento da exposição até o desenvolvimento dos sinais clínicos iniciais, mas pode durar até 4 a 5 semanas ou até mais. Ocasionalmente, sinais neurológicos se desenvolvem meses após a exposição em cães que nunca mostraram sinais iniciais de infecção.

A capacidade de um cão infectado desenvolver uma resposta imune é crítica para determinar a extensão da doença induzida pelo vírus. Se um animal consegue fazer uma resposta imunológica humoral e celular eficaz em duas semanas, nenhum sinal clínico pode ser notado e o vírus pode ser eliminado dos tecidos. Cães com resposta celular fraca e títulos de anticorpos tardios desenvolverão infecção de tecidos epiteliais e mostrarão sinais clínicos.

Embora o vírus possa eventualmente ser eliminado à medida que os níveis de anticorpos aumentam, ele pode persistir por longos períodos na úvea, no SNC e em alguns tecidos tegumentares (por exemplo, nos coxins dos membros). Cães que não conseguem desenvolver uma resposta imunológica em duas semanas tendem a experimentar sinais clínicos e podem vir a óbito de forma aguda.

A doença no Sistema Nervoso Central

O vírus da cinomose canina provavelmente invade o SNC por meio de disseminação hematogênica. Os sinais neurológicos podem não ser aparentes se o hospedeiro desenvolver uma resposta imune adequada.

A encefalite aguda pode ocorrer no início do curso da doença em animais jovens ou imunossuprimidos. As lesões podem ocorrer em várias áreas do SNC, incluindo o bulbo olfatório, tronco cerebral, hipocampo e cerebelo.

A encefalite crônica é caracterizada pela redução da expressão do antígeno viral; regulação positiva da expressão molecular do complexo principal de histocompatibilidade (MHC) de classe II; e infiltração mononuclear perivascular. Os anticorpos para cinomose interagem com macrófagos infectados no SNC, levando à liberação de radicais de oxigênio, que por sua vez, podem causar destruição de células oligodendrogliais produtoras de mielina, resultando em uma desmielinização imunológica.

“Encefalite do cão idoso” é uma doença inflamatória rara, crônica e progressiva dos hemisférios cerebrais e tronco cerebral. Ocorre devido à persistência do vírus no tecido nervoso em cães imunocompetentes.

A imunossupressão pode predispor a outras infecções, como víroses ou bactérias do trato respiratório. Não está claro por quanto tempo um paciente está imunossuprimido, ou em que grau a imunossupressão se correlaciona com a gravidade da infecção pelo vírus da cinomose.

Etiologia

Trata-se de um RNA vírus, envelopado, da família Paramyxoviridae e do gênero Morbillivirus.

Maior ocorrência

Não há predileção por raça ou gênero, mais comum em cães mais jovens.

Anamnese

Podem ser reportadas letargia, anorexia, secreção nasal e ocular, vômito e diarreia, além de sinais neurológicos como crises epilépticas, incoordenação, tremores.

Manifestações clínicas

As manifestações clínicas variam dependendo da patogenicidade da cepa viral e da resposta imune do hospedeiro. Cães mais velhos, com alguma imunidade, têm maior probabilidade de apresentar doença assintomática ou leve. Filhotes são mais propensos a ter sinais clínicos graves.

Os animais afetados podem apresentar letargia, anorexia, febre, desidratação, secreção oculonasal e tosse. Vômito e diarreia também podem ocorrer.  As alterações oculares incluem conjuntivite, ceratoconjuntivite seca, coriorretinite, papiledema, descolamento retinal, cegueira, midríase e cicatriz retinal. A dermatite pustulosa pode ocorrer com infecção epidérmica. A hiperqueratose do plano nasal e da almofada plantar pode ser vista em conjunto com os sinais neurológicos. Os sinais neurológicos podem ocorrer 1-3 semanas após o início dos sinais sistêmicos ou vários meses após a recuperação aparente. Os sinais neurológicos podem incluir ataxia, mioclonia, convulsões, paraparesia, tetraparesia, sinais vestibulares e hipermetria.

Infecções neonatais podem causar hipoplasia do esmalte dentário. Filhotes em crescimento desenvolveram osteodistrofia hipertrófica e osteosclerose metafisária de ossos longos. Aborto e natimortos também podem ocorrer. Úlceras orais raramente são relatadas.

Procedimentos diagnósticos

Achados de exame físico: as infecções podem ser subclínicas devido a uma resposta imune adequada do hospedeiro. Sinais respiratórios são mais comuns do que os sinais neurológicos ou gastrointestinais. As infecções neonatais podem causar hipoplasia do esmalte dentário. Filhotes em crescimento desenvolveram osteodistrofia hipertrófica e osteosclerose metafisária de ossos longos. Aborto e natimortos também podem ocorrer. Úlceras orais raramente são relatadas.

O diagnóstico ante-mortem da cinomose canina com base em sinais clínicos é desafiador, uma vez que outras doenças mimetizam os sinais clínicos. Assim, são necessários exames laboratoriais para confirmar a suspeita. O envio das amostras adequadas favorece a obtenção de resultados mais confiáveis.

Hemograma completo: leucopenia é comum. Outros achados potenciais incluem anemia, trombocitopenia, monocitose e neutrofilia.

Perfil bioquímico: os resultados são normais ou variáveis.

Sorologia: A vacinação gera títulos de anticorpos indistinguíveis da infecção natural; portanto, a sorologia tem aplicação limitada. Tais testes podem ser úteis para determinar o status de proteção de vacinas prévias em cães em que a vacinação pode apresentar riscos, para determinar a imunidade de cães que entram em novas residências ou abrigos, além de verificar a necessidade ou não de reforços.  Títulos negativos podem ocorrer em cães imunizados com níveis indetectáveis de anticorpos. Os níveis de IgM podem ser detectados em casos de agudos, mas podem estar presentes por até 3 semanas após a vacinação para cinomose. Os títulos de IgG são inespecíficos. Um título elevado de IgG pode indicar infecção atual, infecção anterior ou vacinação anterior.

IgM: Anticorpos séricos medidos por ELISA. Podem haver resultados positivos dentro de 3 semanas de vacinação. Caso contrário, um resultado positivo é um bom indicador de infecção de cinomose. Os anticorpos IgM persistem por aproximadamente 5 a 12 semanas na doença natural. Resultados falsos negativos podem ocorrer em cães que morrem agudamente sem desenvolver uma resposta de anticorpos e também podem ocorrer em cães infectados de forma subaguda ou crônica.

IgG: Títulos em série em 2 amostras de soro coletadas com duas semanas de intervalo para detectar títulos crescentes. Títulos de IgG positivos são esperados em cães vacinados, portanto, um único resultado de IgG positivo não pode ser usado para diagnosticar cinomose. Em um cão que não foi vacinado no mês anterior, o aumento dos títulos é indicativo de infecção. Um aumento maior que quatro vezes é indicativo de infecção, mesmo em um cão vacinado recentemente. Aumentos menos dramáticos no título de IgG podem ser causados por infecção ou vacinação recente. Falsos negativos são possíveis assim como com IgM.

Citologia: corpúsculos de inclusão citoplasmáticos e intranucleares da cinomose podem ser encontrados em células em esfregaços de sangue periférico ou esfregaços conjuntivais. São mais comumente encontrados em linfócitos e células epiteliais e menos comumente em neutrófilos, monócitos, eosinófilos e eritrócitos.

Radiografia: os padrões alveolares ou intersticiais são comuns em radiografias torácicas em cães com pneumonia. Alterações radiográficas consistentes com osteodistrofia hipertrófica também podem ser observadas.

Análise do líquido cefalorraquidiano (LCR): a análise do LCR pode ser normal em casos de encefalomielite aguda não inflamatória. Na encefalomielite crônica por cinomose, níveis elevados de proteína (> 25 mg / dL) e contagens de células (> 10 células / µL, principalmente linfócitos e monócitos) são possíveis. Os corpúsculos de inclusão podem ser observados nas células. Os níveis de anticorpos podem ser medidos no LCR, e não estão aumentados no LCR em cães vacinados ou em cães com doença sistêmica que não apresentam infecção do SNC. No entanto, podem estar aumentados devido à contaminação com sangue durante a colheita.

Isolamento viral: É difícil isolar o vírus da cinomose com as culturas celulares de rotina.

RT-PCR (reação em cadeia da polimerase de transcrição reversa): Pode detectar RNA viral em secreções respiratórias, líquido cefalorraquidiano, fezes e/ou urina (dependendo da localização do vírus). Resultados negativos não excluem cinomose, principalmente se no final do curso da doença. Embora bem incomum, falsos positivos são possíveis dentro de 1-3 semanas após a vacinação.

Imunocromatografia:Teste rápido de pesquisa de antígenos . Swabs de conjuntiva e secreção nasal em animais com sinais respiratórios possuem alta especificidade.

Ensaio de imunofluorescência (IFA): Pode ser realizada no epitélio conjuntival, tonsilar, respiratório e genital. O antígeno também pode ser detectado em amostras de sedimento de urina. A IFA é positiva apenas nas primeiras 3 semanas após a infecção em amostras de epitélio urinário e conjuntival. O vírus persiste por pelo menos 60 dias no tecido uveal, SNC, amostras de pele e coxins. Um resultado positivo indica mais provavelmente infecção que vacinação. Falsos negativos são comuns, e este teste é mais útil no início da doença (2 primeiras semanas).

Outros testes: A neutralização do vírus e a inibição da hemaglutinação são o padrão ouro para detectar com precisão os níveis de proteção de anticorpos contra o vírus da cinomose.

Diagnósticos diferenciais

-Bordeteliose

-Complexo de doença respiratória infecciosa contagiosa

-Coronavírus

-Doença inflamatória intestinal

-Parasitas intestinais

-Neoplasia

-Neosporose

-Outras causas de encefalite, meningoencefalite

-Outras causas de mioclonia

-Outras causas de neurite óptica

-Outras causas de pneumonia

-Parvovírus

-Pneumonia

-Infecções por Rickettsia

-Toxinas que causam sinais do SNC

-Toxoplasmose

-Encefalite induzida por vacina para cinomose

Terapia específica

Nenhuma terapia específica está disponível atualmente para vírus da cinomose, sendo o manejo principalmente de suporte. A ribavirina é um medicamento antiviral que inibe a replicação viral in vitro, mas não foi completamente avaliada em cães infectados.

Terapia suporte

A fluidoterapia (IV, SC) pode ser necessária para corrigir a desidratação e repor perdas. Nebulização pode ser benéfica em casos de broncopneumonia. A pneumonia por cinomose é comumente complicada por infecção bacteriana secundária, portanto, antibioticoterapia de amplo espectro também pode ser indicada.

1) Ampicilina ou amoxicilina 20 mg / kg PO, IV, SC q 8 horas

2) Doxiciclina 5-10 mg / kg PO, IV q 12 hrs

A terapia antiemética é indicada para pacientes que estão vomitando:

1) Ondansetrona: 0,5 - 1 mg/kg VO ou IV (lentamente por 2-15 minutos) a cada 8 - 12 horas.

2) Maropitant: Animais com 4 meses de idade ou mais: 1 mg/kg SC ou IV (durante 1-2 minutos) a cada 24 horas por até 5 dias consecutivos.

3) Omeprazol: 1mg/kg a cada 12 horas

A utilização de corticosteróides pode ser empregada, em doses anti-inflamatórias na fase neurológica crônica e para tratamento de sinais de edema cerebral.

1) Dexametasona: 0,5 – 1 mg (dose total) IV ou IM; pode ser repetido por 3-5 dias. 0,25 – 1,25 mg (dose total) VO uma vez ao dia ou dividido em duas doses.

Extralabel: 0.07 – 0.14 mg/kg/dia

2) Prednisona/Prednisolona: 0,5 - 1 mg/kg VO por dia (a dose pode ser administrada uma vez ao dia ou a dose total pode ser dividida e administrada duas vezes ao dia).

A terapia anticonvulsivante é indicada para as crises epilépticas.

Diazepam (0.5-1 mg/kg IV ou retal) e outros medicamentos podem ser administrados para as crises epilépticas. Fenobarbital (10-20 mg / kg IV uma vez para efeito, em seguida, 2-8 mg / kg PO q 12 horas) ou outros anticonvulsivantes podem ser usados ​​para terapia aguda e de manutenção.

Prognóstico

O prognóstico varia dependendo da cepa viral e da resposta imune do hospedeiro. Os sinais neurológicos são o fator mais importante que afeta o prognóstico sendo considerado ruim nesses casos, sendo relatadas taxas de mortalidade de aproximadamente 50%. Cães mais velhos que apresentam uma resposta imunológica adequada podem ter doença assintomática ou leve. Filhotes ou aqueles com uma resposta imunológica inadequada tendem a desenvolver doenças mais graves. Cães em recuperação são provavelmente imunes à reinfecção por longos períodos de tempo e podem ser imunes por toda a vida.

Prevenção

A vacinação é a base para a prevenção da cinomose canina, e é considerada essencial pela American Animal Hospital Association (AAHA). As vacinas podem ser:

Diretrizes AAHA:

Vacinar cães com 6-8 semanas de idade, e repetir a cada 3-4 semanas até 14-16 semanas de idade.

Após um ano recebe novamente a vacina, e depois a cada 3 anos.

Os anticorpos maternos geralmente estão ausentes por volta das 12-14 semanas de idade.

Em cães > 16 semanas de idade, a série inicial pode consistir em duas vacinas administradas com 2-4 semanas de intervalo. A maioria dos cães desenvolve títulos de anticorpos protetores dentro de 1-2 semanas após a vacinação.

Eventos adversos: A osteodistrofia hipertrófica e celulite juvenil foram associadas à vacinação contra cinomose em cães jovens. Os sinais geralmente ocorrem aproximadamente 10 dias após a vacinação.

Literatura recomendada

1) Kapil S: Canine Distemper Variants Circulating in USA (2007-2008). ACVIM 2009.
2) Greene CE, Vandevelde M: Canine Distemper. Infectious Diseases of the Dog and Cat, 4th ed. Elsevier Saunders 2012 pp. 25-42.
3) Schatzberg SJ, Appel MJH: Canine Distemper. Blackwell’s Five Minute Veterinary Consult: Canine and Feline, 4th ed. Wiley-Blackwell 2007 pp. 196-197.
4) Amude AM, Headley SA, Alfieri AA, et al: Atypical necrotizing encephalitis associated with systemic canine distemper virus infection in pups. J Vet Sci 2011 Vol 12 (4) pp. 409-412.
5) Rudd PA, Bastien-Hamel L-E, von Messling V: Acute canine distemper encephalitis is associated with rapid neuronal loss and local immune activation. J Gen Virol 2010 Vol 91 ((PT4)) pp. 980-989.
6) Glaze MB: Ocular Manifestations of Canine Infectious Disease. Western Veterinary Conference 2009.
7) An D-J, Kim T-Y, Song D-S, et al: An immunochromatography assay for rapid antemortem diagnosis of dogs suspected to have canine distemper. J Virol Methods 2008 Vol 147 (2) pp. 244-249.
8) Leutenegger CM, Crawford C, Levy J, et al: Canine Distemper Virus Quantification by Real-time PCR Allows to Differentiate Vaccine Virus Interference and Wild-type Infection. ACVIM 2011.
9) Crawford PC, Sellon RK: Canine Viral Disease. Textbook of Veterinary Internal Medicine, 7th ed. Elsevier Saunders 2010 pp. 961-962.
10) Elia G, Belloli C, Cirone F, et al: In vitro efficacy of ribavirin against canine distemper virus. Antiviral Res 2008 Vol 77 (2) pp. 108-113.
11) Litster A, Nichols J: Prevalence of Protective Antibody Titers Against Canine Parvovirus (CPV) and Canine Distemper Virus (CDV) and Response to CPV and CDV Vaccination in Shelter Dogs. ACVIM 2011.
12) Lincoln JA, Hankiewicz K, Cook SD: Could Epstein-Barr virus or canine distemper virus cause multiple sclerosis?. Neurol Clin 2008 Vol 26 (3) pp. 699-715.
13) Lappin MR: Hot Topics in Infectious Disease Prevention in Dogs and Cats. Wild West Veterinary Conference 2015.
14) Ford RB: When Vaccination Goes Wrong: Vaccine Adverse Reactions. OVMA 2016.
15) Ford RB: Antibody Testing vs. Vaccination. OVMA 2016.
16) Kapil S: Recent Advances in Antiviral Therapy for Dogs and Cats. ACVIM 2016.
17) Litster A: Use of Diagnostic Tests in Shelters. Atlantic Coast Veterinary Conference 2015.
18) Sykes JE: Update on Canine Infectious Respiratory Disease Complex. 67th Convention of the Canadian Veterinary Medical Association 2015.
19) Rendon-Marin S, da Fontoura Budaszewski R, Canal CW, et al: Tropism and molecular pathogenesis of canine distemper virus. Virol J 2019 Vol 16 (1) pp. 30.
20) Gonzales-Viera O, Casey K, Keel M: What is your diagnosis? Conjunctival smear in a dog. Vet Clin Pathol 2018 Vol 47 (3) pp. 509-510.
21) Mira F, Purpari G, Di Bella S, et al: Update on canine distemper virus (CDV) strains of Arctic-like lineage detected in dogs in Italy. Vet Ital 2018 Vol 54 (3) pp. 225-236.
22) Li W, Cai C, Xue M, et al: Phylogenetic analysis of canine distemper viruses isolated from vaccinated dogs in Wuhan. J Vet Med Sci 2018 Vol 80 (11) pp. 1688-1690.
23) Anis E, Newell TK, Dyer N, et al: Phylogenetic analysis of the wild-type strains of canine distemper virus circulating in the United States. Virol J 2018 Vol 15 (1) pp. 118.
24) Nguyen D, Suzuki J, Minami S, et al: Isolation and phylogenetic analysis of canine distemper virus among domestic dogs in Vietnam. J Vet Med Sci 2017 Vol 79 (1) pp. 123-127.
25) Wang J, Luo Y, Liang L, et al: A fast and simple one-step duplex PCR assay for canine distemper virus (CDV) and canine coronavirus (CCoV) detection. Arch Virol 2018 Vol 163 (12) pp. 3345-3349.
26) Riley MC, Wilkes RP: Sequencing of emerging canine distemper virus strain reveals new distinct genetic lineage in the United States associated with disease in wildlife and domestic canine populations. Virol J 2015 Vol 12 (0) pp. 219.
27) Henderson SE, Clark ES, Stromberg PC, et al: Pathology in Practice. Canine Morbillivirus infection. J Am Vet Med Assoc 2015 Vol 247 (12) pp. 1375-7.
28) Townsell MY, Pohlman LM, Harkin KR: Pathology in practice. Canine distemper in a puppy. J Am Vet Med Assoc 2015 Vol 246 (6) pp. 613-5.
29) Freitas LA, Leme RA, Saporiti V, et al: Molecular analysis of the full-length F gene of Brazilian strains of canine distemper virus shows lineage co-circulation and variability between field and vaccine strains. Virus Res 2019 Vol 264 (0) pp. 8-15.
30) Cao X, Tian Y, Huang X, et al: How the Canine Distemper Virus Infects Human Cells at the Molecular Level in Vitro. Bing Du Xue Bao 2017 Vol 33 (1) pp. 116-122.
31) Martínez-Gutierrez M, Ruiz-Saenz J: Diversity of susceptible hosts in canine distemper virus infection: a systematic review and data synthesis. BMC Vet Res 2016 Vol 12 (0) pp. 78.
32) Cosby SL, Weir L: Measles vaccination: Threat from related veterinary viruses and need for continued vaccination post measles eradication. Hum Vaccin Immunother 2018 Vol 14 (1) pp. 229-233.

Anexos referente a esta consulta rápida

O conteúdo deste site é para uso exclusivo e restrito dos associados. Apenas Médicos Veterinários graduados e estudantes de Medicina Veterinária são autorizados a acessar este site.

Não está permitida a divulgação de qualquer conteúdo sem a prévia autorização do Vetsapiens, por escrito. Os Médicos Veterinários são os únicos responsáveis pelo tratamento e cuidado de seus pacientes.

Quaisquer recomendações de colegas ou especialistas recebidas através deste site são meras opiniões individuais, e cada clínico é o exclusivo responsável pelo manejo de seus pacientes. Os fármacos e doses recomendadas ou calculadas no Vetsapiens devem ser sempre conferidos antes de sua aplicação.

Veterinários não devem utilizar medicações e ou protocolos com os quais não estejam familiarizados e confortáveis. O Vetsapiens preconiza que o encaminhamento para especialistas seja sempre a primeira recomendação dos clínicos gerais ao se depararem com casos clínicos além do seu conhecimento.

As imagens e informações trocadas neste site não substituem o exame físico do paciente, e a relação exclusiva entre veterinário-paciente-cliente. As imagens aqui postadas não podem ser consideradas de qualidade diagnóstica.

Toda e qualquer informação obtida neste site deve ser considerada apenas como uma sugestão individual e não tem qualquer valor diagnóstico.

Desenvolvido por logo-crowd