Informações

Princípio Ativo: Sulfato de Quinurônio.
Classe terapêutica: Anti-protozoário.

Dose

Cães: 0,25 mg/kg SC a cada 48 horas.
Gatos: Informação indisponível
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Sulfato de Quinurônio

Classificaçāo

Anti-protozoário

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Sulfato de Quinurônio

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Tratamento da babesiose canina.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.

EFEITOS ADVERSOS

O sulfato de quinurônio apresenta baixo índice terapêutico. Efeitos adversos como dispneia, polaciúria e sialorreia podem ser observados em decorrência da estimulação do sistema nervoso parassimpático (TYLOR, 2010).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Como não existem estudos adequados que garantam a segurança clínica, não é recomendado para animais gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

O sulfato de quinurônio apresenta baixo índice terapêutico, motivo pelo qual está em desuso para o tratamento da babesiose canina.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Acredita-se que os compostos derivados do quinurônio atuam inibindo a glicerol- fosfato-oxidase e a glicerolfosfato-desidrogenase, impedindo assim a reoxidação do NADH e redução da síntese de adenosina trifosfato (TYLOR, 2010).

MONITORAMENTO

Quando observada a ocorrência de efeitos adversos deve ser considerada a possibilidade de substituição medicamento.

Referências Bibliográficas

FERREIRA, A. J. P. e PIZARRO, L. D. C. Agentes Antiprotozoários. In: SPINOSA, Helenice Souza, GÓRNIAK, Silvana Lima, BERNARDI, Maria Martha. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária, 6ª edição. Guanabara Koogan, 2017. OLICHESKI, A. T. Diagnóstico de protozoários do gênero Babesia (Starcovici, 1893) e de riquétsias do gênero Ehrlichia (Ehrlich, 1888) em cães (Canis familiaris) no município de Porto Alegre, RS, Brasil. 2003. 30f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Univesidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2003. TAYLOR, M. A. (Mike A.) Parasitologia veterinária / M. A. Taylor, R. L. Coop, R. L. Wall; revisão técnica Maria Cecilia Reale Vieira Bressan; tradução Cid Figueiredo, Idilia Ribeiro Vanzellotti, Ronaldo Frias Zanon. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
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