Informações

Princípio Ativo: Rifamicina.
Classe terapêutica: Antibiótico.

Dose

Cães: 5 - 10 mg/kg IM a cada 8 horas. Também disponível para uso tópico.
Gatos: 5 - 10 mg/kg IM a cada 8 horas. Também disponível para uso tópico.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Rifamicina

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Durante o tratamento os animais podem apresentar a urina de coloração avermelhada ou alaranjada. Outras secreções também podem apresentar coloração alaranjada.

ARMAZENAMENTO

Deve ser conservada em temperatura ambiente e protegido da luz e umidade.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Rifamicina 10 mg/mL, spray (20 mL)
  • Rifocina 10 mg/mL, spray (20 mL)
  • Rifan 10 mg/mL, spray
  • Rifotrat 10 mg/mL, spray

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Contra bactérias gram negativas e micoplasmoses.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Usar com cautela em hepatopatas.

EFEITOS ADVERSOS

Pode causar anorexia, vômito, diarreia e hepatotoxicidade. Em humanos são relatadas reações dolorosas ou alérgicas no local de aplicação, quando usado pela via tópica.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Usar com cautela em gestantes e lactantes.

Interações medicamentosas

Anticoagulantes

Efeito terapêutico diminuído dos anticoagulantes.

Ciclosporina

Efeito terapêutico diminuído da ciclosporina.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

As rifamicinas atuam através da inibição da síntese de RNA bacteriano. Ao penetrar na célula bacteriana elas se ligam às RNA-polimerases de maneira estável, inibindo a síntese proteica do microrganismo. Por serem lipossolúveis, atravessam facilmente a barreira celular, agindo principalmente nos leucócitos apresentando boa ação contra organismos intracelulares.

FARMACOCINÉTICA

Não apresenta boa absorção oral, sendo utilizada pela via parenteral com sucesso.

Referências Bibliográficas

LARSSON, C. E. et al. Micobacteriose em cães. Relato de casos em São Paulo-Brasil. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, v. 31, n. 1, p. 35-41, 1994. NIGRO, A. J. T. et al. Estudo morfológico de aderências peritoneais induzidas pela rifamicina, em ratos. Acta Cirurgica Brasileira, 2001. <https://consultaremedios.com.br/rifamicina-sodica/pa>. Acesso em 3 de junho de 2020.
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