Informações

Princípio Ativo: Moxifloxacino.
Classe terapêutica: Antibiótico (grupo Quinolonas).

Dose

Cães: Conjuntivite: 1 gota no olho afetado a cada 2 - 8 horas. Ceratite: 1 gota no olho afetado ou 0,1 mL de lavagem subpalpebral a cada 2 - 8 horas.
Gatos: Conjuntivite: 1 gota no olho afetado a cada 2 - 8 horas. Ceratite: 1 gota no olho afetado ou 0,1 mL de lavagem subpalpebral a cada 2 - 8 horas.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Moxifloxacino

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Quinolonas)

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento. A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem. O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais. As embalagens vazias podem ser recicladas ou descartadas no lixo comum após serem inutilizadas. Continue o tratamento pelo tempo determinado pelo médico veterinário, mesmo se o animal apresentar melhora.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 5°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Moxifloxacino, solução oftálmica (5 mL)
  • Vigamox, solução oftálmica (5 mL)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Em pacientes veterinários, a moxifloxacina oftálmica pode ser útil no tratamento de conjuntivite bacteriana ou ceratite causada por cepas suscetíveis de Staphylococcus spp, Streptococcus spp, Pseudomonas aeruginosa, Chlamydophila spp e Haemophilus spp. A moxifloxacina é mais adequadamente usada para tratar, em vez de prevenir, infecções bacterianas da superfície ocular.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

A moxifloxacina é contraindicada em pacientes com histórico de hipersensibilidade à moxifloxacina, a outras fluoroquinolonas ou a qualquer um dos componentes deste medicamento. Apenas para uso oftalmológico tópico; não disponível para injeção subconjuntival ou na câmara anterior do olho. A toxicidade retiniana induzida por fluoroquinolona em gatos domésticos não foi demonstrada com este produto.

EFEITOS ADVERSOS

Os efeitos adversos relatados em seres humanos ou animais incluem visão turva, lacrimejamento, dor nos olhos, vermelhidão, coceira e mau gosto na boca. Precipitados cristalinos de fármacos podem ser observados na porção superficial dos defeitos da córnea durante o uso.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

A moxifloxacina é um antibiótico da fluoroquinolona, atuando através da inibição da topoisomerase II (DNA girase) e da topoisomerase IV para prejudicar a síntese de DNA. A inibição de duas enzimas diminui o desenvolvimento de resistência a essa classe de fluoroquinolonas. A moxifloxacina demonstra ação gram-positiva e gram-negativa com os isolados de Pseudomonas aeruginosa de cães com ceratite bacteriana demonstrando resistência ligeiramente maior in vitro à moxifloxacina do que a outras fluoroquinolonas,  enquanto Staphylococcus pseudintermedius isolado de cães com ceratite bacteriana demonstrou resistência reduzida in vitro à moxifloxacina do que com outras fluoroquinolonas.

MONITORAMENTO

Monitore a eficácia clínica. Se for observado blefarospasmo, uveíte ou piora da ulceração ou a não melhora da infecção em 7 dias, reavalie a suscetibilidade microbiana.

Referências Bibliográficas

AVISO: algumas informações foram retiradas da bula do medicamento referência, que consta na base de dados da ANVISA. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/index.asp> SILVA, A. P. S. M. et al. FLAP DE TERCEIRA PÁLPEBRA PARA TRATAMENTO DE ÚLCERA DE CÓRNEA COLAGENOLÍTICA DIFUSA EM CÃO: RELATO DE CASO. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p. 1296 - 1305, 2015. <https://www.plumbsveterinarydrugs.com/#!/monograph/L1G1arXE3x>. Acesso em 26 de maio de 2020.
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