Informações

Princípio Ativo: Isoconazol.
Classe terapêutica: Antifúngico.

Dose

Cães: Uso tópico.
Gatos: Uso tópico.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Isoconazol

Classificaçāo

Antifúngico

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Não interrompa o tratamento sem orientação do médico veterinário.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 5°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Isoconazol, spray
  • Isoconazol, creme
  • Isoconazol, solução
  • Icaden, creme
  • Icaden, spray
  • Icaden, solução

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É indicado para tratamento de micoses superficiais de pele: candidíase mucocutânea, dermatofitose.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não é recomendado para pacientes que apresentem hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.

EFEITOS ADVERSOS

Como há pouca absorção percutânea, efeitos adversos são raros, no entato há possibilidade de prurido, ardor e irritação no local da aplicação.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não há evidências que indicam risco durante a gestação ou lactação, no entanto, a administração durante esses períodos deve ser avaliada cuidadosamente pelo Médico Veterinário.

SUPERDOSAGEM

Não se espera qualquer risco de intoxicação após uma única aplicação na pele de uma superdose

Interações medicamentosas

Observações da interação

Não informado

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Os imidazóis interferem na síntese do ergosterol na membrana celular fúngica, inibindo a desmetilação do lanosterol, que é um precursor do esterol. O acúmulo deste altera vários sistemas enzimáticos e a permeabilidade da membrana , conduzindo à difusão de potássio intracelular e à morte celular. Adicionalmente, esses compostos interferem na síntese de ácidos graxos, triglicerídeos e ácidos nucléicos , além de inibirem enzimas oxidativas e o citocromo c peroxidativo, o que leva a um aumento intracelular da geração de produtos de rivados do oxigênio. Quando em baixas doses, essas drogas são fungistáticas, porém quando em alta concentração, elas da nificam rapidamente a membrana celular fúngica, possuindo efeito fungicida (FARIAS & GIUFFRIDA, 2008).

FARMACOCINÉTICA

É minimamente absorvido pelo organismo, a ação do medicamento se restringe ao local da aplicação.

EFEITOS ADVERSOS

Como há pouca absorção percutânea, efeitos adversos são raros, no entanto há possibilidade de prurido, ardor e irritação no local da aplicação.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não há evidências que indicam risco durante a gestação ou lactação, no entanto, a administração durante esses períodos deve ser avaliada cuidadosamente pelo Médico Veterinário.

SUPERDOSAGEM

Não se espera qualquer risco de intoxicação após uma única aplicação na pele de uma superdose

MONITORAMENTO

Monitorar a eficácia do tratamento.

Referências Bibliográficas

COSTA, E. O.; GÓRNIAK, S. L. Agentes antifúngicos e antivirais. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FARIAS, M. R.; GIUFFRIDA, R. Antifúngicos. In: In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008, 912 p. NOBRE, M. O. et al. Drogas antifúngicas para pequenos e grandes animais. Ciência Rural, Santa Maria, v.32, n.1, p.175-184, 2002.
Desenvolvido por logo-crowd