Informações

Princípio Ativo: Isetionato de Fenamidina.
Classe terapêutica: Anti-protozoário.

Dose

Cães: 8 - 13 mg/kg IM ou SC.
Gatos: Informação indisponível
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Isetionato de Fenamidina

Classificaçāo

Antiprotozoário

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Este medicamento não deve ser utilizado continuamente, ou sem a orientação do médico veterinário.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco e fresco, ao abrigo da luz solar, fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Isetionato de Fenamidina

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É usado em animais para tratamento de patógenos intracelulares transmitidos por carrapatos: Babesia sp.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.

EFEITOS ADVERSOS

Efeitos adversos correlacionados são: diarreia, salivação, tremores musculares e alterações da pressão sanguínea (FERREIRA e PIZARRO, 2017).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não deve ser usado em animais gestantes, lactantes ou destinados à reprodução.

SUPERDOSAGEM

Doses múltiplas, mesmo em níveis terapêuticos, podem causar lesões nervosas graves em cães, e ocasionar casos de degeneração (gordurosa) hepática, renal, do miocárdio e musculatura esquelética.

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Inibe o metabolismo energético, levando a paralisia e morte dos parasitas.

FARMACOCINÉTICA

As diamidinas podem se acumular no sistema nervoso central, fígado e rins dos animais vertebrados, porém são bem toleradas em dose única.

MONITORAMENTO

Monitorar a eficácia do tratamento. Monitorar função hepática e renal.

Referências Bibliográficas

BRANDÃO, L. P.; HAGIWARA, M. K. Babesiose canina-revisão. “Revista clínica veterinária”. Ano VII, n41. São Paulo: Guará, 2002. p.50-59. FERREIRA, A. J. P. e PIZARRO, L. D. C. Agentes Antiprotozoários. In: SPINOSA, Helenice Souza, GÓRNIAK, Silvana Lima, BERNARDI, Maria Martha. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária, 6ª edição. Guanabara Koogan, 2017. LEATCH, G. B. V. Parasitas sanguíneos. In: Manual Merck de veterinária. 8. ed. São Paulo: Editora Roca, 2001. p. 20-23. MADRIGAL, C. U. Farmacología y manejo de productos veterinarios - princípios básicos. 1. ed. San José, Costa Rica: Editorial Universidad Estatal a Distancia, 2000.
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