Informações

Princípio Ativo: Ginkgo Biloba.
Classe terapêutica: Fitoterápico.

Dose

Cães: 2 - 4 mg/kg VO a cada 8 - 12 horas.
Gatos: 2 - 4 mg/kg VO a cada 8 - 12 horas.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ginkgo Biloba

Classificaçāo

Fitoterápico

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Equitam 80 mg, comprimido
  • Equitam 80 mg, comprimido
  • Equitam 120 mg, comprimido
  • Ginkgo Catarinense 80 mg, comprimido
  • Ginkgo Biloba 120 mg, comprimido
  • Ginkgo Biloba 40 mg, comprimido
  • Ginkgo Biloba 80 mg, comprimido
  • Ginkgo Biloba 40 mg/mL, solução oral
  • Ginkolab 40 mg, comprimido
  • Ginkolab 80 mg, comprimido
  • Ginkolab 80 mg, comprimido
  • Ginkolab 120 mg, comprimido
  • Tebiloba 80 mg, comprimido
  • Tebiloba 120 mg, comprimido

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Tratamento da síndrome da disfunção cognitiva, devido aumentar o fluxo sanguíneo cerebral.

EFEITOS ADVERSOS

Pode causar distúrbios gastrointestinais.

Interações medicamentosas

Observações da interação

A associação deste medicamento com anticoagulantes, antiplaquetários, anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) e/ou agentes trombolíticos pode aumentar o risco de hemorragias (Micromedex® 2.0, 2014). Este medicamento pode diminuir a efetividade dos anticonvulsivantes e pode alterar os efeitos da insulina, aumentando a sua depuração (Micromedex® 2.0, 2014). Pode provocar mudanças no estado mental quando associado à buspirona ou ao Hypericum perforatum (Micromedex® 2.0, 2014). Pode potencializar o efeito dos inibidores da monoaminaoxidase e pode aumentar o risco dos efeitos colaterais da nifedipina (Micromedex® 2.0, 2014). Pode aumentar o risco de aparecimento da síndrome serotoninérgica quando associado aos inibidores da recaptação de serotonina e pode causar hipertensão em uso concomitante com os diuréticos tiazídicos (Micromedex® 2.0, 2014). A associação deste medicamento com omeprazol pode acarretar diminuição de nível sérico do omeprazol (YIN et al., 2004). A associação com trazodona pode trazer risco de sedação excessiva (GALLUZZI et al., 2000). O uso concomitante de G. biloba pode aumentar os riscos de eventos adversos causados pela risperidona, como, por exemplo, priapismo (LIN et al., 2007). A associação com papaverina pode acarretar potencialização de efeitos terapêuticos e adversos (SIKORA et al., 1989).

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O mecanismo de ação não está muito bem elucidado, pois é um extrato natural com vários componentes que desenvolvem funções diferentes - aditivas, antagonistas, sinérgicas.

FARMACOCINÉTICA

Estudos indicam absorção em torno de 60%. Os flavonoides sofrem ação das bactérias intestinais; são metabolizados no fígado e eliminadas na urina.

Referências Bibliográficas

ARAÚJO, M. Drogas que Visam a Agir na Circulação Periférica. In: SILVA, P., 1921. Farmacologia/Penildon Silva – 8 ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. CHRISMAN, C. et al. Neurologia para Clínico de Pequenos Animais. São Paulo: Roca, 2005. p. 3-336. NEVES, I. V. et al.Fármacos utilizados no tratamento das afecções neurológicas de cães e gatos. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 31, n. 3, p. 745-766, jul./set. 2010 <https://consultaremedios.com.br/ginkgo-biloba/pa#bula>. Acesso em 19 de maio de 2020.
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