Informações

Princípio Ativo: Florfenicol.
Classe terapêutica: Antibiótico.

Dose

Cães: 20 – 50 mg/kg VO, SC, ou IM a cada 8 horas.
Gatos: 20 – 50 mg/kg VO, SC, ou IM a cada 8 horas.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Florfenicol

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Não administrar por via intravenosa.

Apresentações e concentrações

Opções veterinárias

Apresentações e concentrações

  • Florfenicol 20 mg/g, saco (20 kg)
  • Florfenicol 20 mg/g, saco (10 kg)
  • Florfenicol 300 mg/mL, frasco-ampola

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antibiótico análogo do cloranfenicol, com ação predominantemente bacteriostática de amplo espectro, além de atuar contra ricketisias.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser administrado pela via IV ou em animais em idade reprodutiva.

EFEITOS ADVERSOS

Pode causar efeitos gastrintestinais adversos, como diarreia e anorexia.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

É eliminado pelo leite, porém quando utilizado pela via oral a quantidade excretada pode ser diminuída. Não existem estudos que comprovem a segurança para uso durante gestação.

Interações medicamentosas

Observações da interação

Incompatibilidade: Aminoglicosídeos, lincosamidas, macrolídeos e penicilinas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O florfenicol age de maneira semelhante ao seu precursor, o cloranfenicol, inibindo a síntese proteica microbiana através da interação com a peptidiltransferase. O florfenicol se liga as subunidades 30S e 50S do ribossomo bacteriano, o que impede a ligação com o substrato aminoácido, inibindo a ligação peptídica (PAPICH e RIVIERE, 2013; PAES, 2012).

FARMACOCINÉTICA

O florfenicol é amplamente distribuído pelos tecidos nos animais, tem a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e atinge concentrações satisfatórias em locais como sistema nervoso central, coração, pulmão, olho, saliva, fígado e baço. As concentrações nos rins e fígado de cães são especialmente elevadas. Sua ampla distribuição nesses tecidos pode ser associada ao seu tamanho de molécula reduzido, baixa ligação proteica e lipossolubilidade elevada (PAPICH e RIVIERE, 2013; PAES, 2012).

Referências Bibliográficas

ANDRADE, S. F. e GIUFFRIDA, R. Quimioterápicos Antimicrobianos e Antibióticos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008. PAES, A.C. Cloranfenicol. In: BARROS, C. M. e DI STASI, L. C. Farmacologia veterinária. Manole. Barueri-SP, 2012. PAPICH, M. G. e RIVIERE J. Cloranfenicol e derivados, macrolídeos, lincosamidas e antimicrobianos diversos. In: ADAMS, H. Richard. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. <https://www.plumbsveterinarydrugs.com/#!/monograph/PgCgFkclkK/>. Acesso em 16 de maio de 2020.
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