Informações

Princípio Ativo: Fenilpropanolamina.
Classe terapêutica: Broncodilatador; Simpatomimético.

Dose

Cães: 1 – 2 mg/kg VO a cada 12 horas.
Gatos: 1 – 2 mg/kg VO a cada 12 horas.
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Fenilpropanolamina

Classificaçāo

Broncodilatador Simpatomimético

Espécies

Cães e Gatos

Apresentações e concentrações

  • Fenilpropanolamina 25 mg, tabletes mastigáveis
  • Fenilpropanolamina 50 mg, tabletes mastigáveis
  • Fenilpropanolamina 75 mg, tabletes mastigáveis
  • Fenilpropanolamina 18 mg, comprimidos de liberação prolongada
  • Fenilpropanolamina 38 mg, comprimidos de liberação prolongada
  • Fenilpropanolamina 74 mg, comprimidos de liberação prolongada
  • Fenilpropanolamina 145 mg, comprimidos de liberação prolongada
  • Fenilpropanolamina HCL 50 mg/mL, Solução de uso oral

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Simpatomimético vasoconstrictor, broncodilatador e para tratamento de incontinência urinária em cães.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Fenilpropanolamina é contra indicada em animais com histórico de hipersensibilidade a ela. Deve ser usada com cautela em pacientes com glaucoma, hipertrofia prostática, hipertiroidismo, diabetes mellitus, hiperadrenocorticismo, problemas cardiovasculares, insuficiência hepática ou renal, e/ou hipertensão. Animais devem ter acesso a água fresca abundante enquanto recebem fenilpropanolamina, pois pode causar aumento da sede.

EFEITOS ADVERSOS

A maior parte dos efeitos adversos é relacionado a dose. Efeitos adversos típicos incluem hipertensão, perda de peso, vômito, proteinuria, anorexia, agitação, ansiedade, irritabilidade, aumento de sede, retenção urinária, taqui ou bradicardia, ofegação, diarreia e midríase. Hipertrofia ventricular direita leve e esquerda severa foram relatadas em cães recebendo fenilpropanolamina por longos períodos.

Interações medicamentosas

Aspirina

A fenilpropanolamina pode potencializar a diminuição da agregação plaquetária. 

Isoflurano, desflurano e sevoflurano

A fenilpropanolamina pode aumentar o potencial de arritmias cardíacas.

Inibidores da monoamina oxidase

A fenilpropanolamina não deve ser administrada dentro de 2 semanas de um paciente recebendo inibidores da MAO. Esta combinação é contraindicada.

AINE’s

Há aumento na chance de hipertensão administrados concomitantemente.

Reserpina

Há aumento na chance de hipertensão administrados concomitantemente.

Outros agentes simpatomiméticos

A fenilpropanolamina não deve ser administrada com outros agentes simpatomiméticos, já que pode aumentar a toxicidade.

Antidepressivos tricíclicos

Há aumento na chance de hipertensão administrados concomitantemente.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Embora os mecanismos de ação exatos da fenilpropanolamina não estejam determinados, acredita-se que ela estimula indiretamente os receptores alfa e beta adrenérgicos da musculatura lisa causando liberação da norepinefrina e inibição da recaptação na fenda sináptica. A estimulação alfa adrenérgica da fenilpropanolamina aumenta o tônus do esfíncter uretral e produz fechamento do colo da bexiga. Outros efeitos farmacológicos da fenilpropanolamina incluem aumento da vasoconstrição, da frequência cardíaca (embora também possa ocorrer bradicardia), do fluxo sanguíneo coronariano e da pressão sanguínea. Ainda, leve estimulação do SNC, diminuição da congestão nasal e do apetite.

FARMACOCINÉTICA

Os comprimidos de fenilpropanolamina de liberação prolongada resultam em um pico mais baixo de concentração e exposição geral ao medicamento em comparação com os comprimidos para mastigar.

Referências Bibliográficas

VIANA, F. A. B. Guia Terapêutico Veterinário. 3 ed. Minas Gerais: Editora CEM, 2014. 560 p. <https://www.plumbsveterinarydrugs.com/#!/monograph/qH2f6709Sb/>. Acesso em 16 de maio de 2020.
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