Informações

Princípio Ativo: Cloridrato de Metoclopramida; Dimeticona; Pepsina.
Classe terapêutica: Informação indisponível

Dose

Cães: 1 drágea / 12 kg a cada 8 - 12 horas.
Gatos: Informação indisponível
Outras espécies: Informação indisponível

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Cloridrato de Metoclopramida
  • Dimeticona
  • Pepsina

Classificaçāo

Antiemético, Antiflatulência

Receita

Receita Simples

Espécies

Gatos

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • Cloridrato de Metoclopramida; Dimeticona; Pepsina, cápsula gelatinosa
  • Digeplus, cápsula gelatinosa

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Indicado em patologias dispépticas funcionais, manifestadas como: eructações, flatulência, empachamento pós-prandial, distensão abdominal epigástrica e dor abdominal.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Dimeticona + Metoclopramida + Pepsina é contra indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer produtos da sua fórmula e nos casos de hemorragia e bloqueio ou perfuração gastrintestinal. Dimeticona + Metoclopramida + Pepsina também é contraindicado em pacientes com doença de Parkinson e com história de epilepsia. Dimeticona + Metoclopramida + Pepsina (particularmente a metoclopramida, por ter ação sistema nervoso central) pode comprometer as habilidades mentais e/ou físicas nos pacientes com história de depressão, devendo ser utilizado com atenção neste caso.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Dimeticona + Metoclopramida + Pepsina tem como princípios ativos o cloridrato de metoclopramida, a dimeticona e a pepsina, os quais atuam sinergicamente de modo sequencial em todos os níveis do processo de digestão. O cloridrato de metoclopramida é um princípio ativo com ação no sistema nervoso central e no tubo gastrintestinal. No sistema nervoso central age como antagonista dopaminérgico, o que explica sua ação antiemética central e, em parte, suas reações adversas centrais. No tubo gastrintestinal, age liberando acetilcolina dos plexos mioentéricos, o que resulta em contração da musculatura lisa e nas seguintes ações: aumento do tônus de relaxamento do esfíncter esofageano; aumento do tônus e da peristalse gástrica e duodenal além do relaxamento do esfíncter pilórico. Essas ações diminuem o tempo de esvaziamento gástrico e o tempo de trânsito alimentar através do duodeno, jejuno e íleo. O cloridrato de metoclopramida é absorvido pelo trato gastrintestinal. A metoclopramida é rapidamente absorvida após ingestão oral, com muitos pacientes apresentando concentrações plasmáticas terapêuticas após a ingestão de uma única dose. A dimeticona é um dióxido de silicone capaz de alterar a tensão superficial dos gases e das bolhas mucosas, favorecendo sua coalescência e dispersão. Desta maneira, é empregada para distúrbios gastrintestinais ligados à flatulência, como dispepsia funcional. Em muitas situações costuma ser empregada em associações com outros ativos. A dimeticona não é absorvida, sendo eliminada nas fezes. A pepsina é uma enzima proteolítica do estômago, sendo efetiva na lise e digestão de diferentes compostos proteicos. Sua suplementação foi eficaz em diversos sintomas de dispepsias, particularmente naqueles ligados ao empachamento pós-prandial e na sensação de má digestão.

Referências Bibliográficas

<https://consultaremedios.com.br/dimeticona-metoclopramida-pepsina/pa#bula>. Acesso em 26 de abril de 2020.

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