Evaluation of C-reactive protein as an inflammatory marker of pemphigus foliaceus and superficial pyoderma in dogs

30 de novembro de 2020

Avaliação da proteína C reativa como um agente inflamatório marcador de pênfigo foliáceo e superficial pioderma em cães

Autores

Julia So SeveroAline Elisa SantanaValeria AokiNilceo S. Michalany  Matheus Matioli Mantovani, Carlos Eduardo Larsson Jr  and Carlos Eduardo Larsson

Abstract

C‐reactive protein (CRP) is a major acute phase protein in dogs and may be an inflammatory marker of autoimmune diseases.

Hypothesis/Objectives

To measure pre‐ and post‐treatment CRP levels in dogs with superficial pyoderma (SP) and pemphigus foliaceus (PF) compared to normal dogs; to evaluate possible correlation between CRP values, indirect immunofluorescence (IIF), and pemphigus foliaceus extent and severity index (PEFESI) scores.

Animals

Fifty nine dogs divided into three groups: Group I (control, n = 31), Group II (SP, n = 14) and Group III (PF, n = 14).

Methods

CRP levels were measured in Group I dogs. Skin biopsies of Groups II and III dogs were obtained for histopathological examination. In Group II dogs, CRP levels were measured at days 0, 15, 30 and 60. In Group III dogs were evaluated by PEFESI, IIF and CRP levels at days 0, 15, 30, 60 and 90.

Results

Group III showed a higher median CRP (37.4 mg/mL) compared to the other groups (Group I, CRP 2.9 mg/mL, < 0.0001; Group II CRP 3.8 mg/mL, = 0.008). There was no significant difference in CRP levels between groups I and II. IIF titres and CRP levels decreased in most cases of PF with clinical improvement. Dogs with CRP >10.6 μg/mL were 5.5 times more likely to have PF than SP. There was a strong positive correlation between CRP values and PEFESI and a weak positive correlation between CRP values and IIF titres.

Conclusion and clinical importance

CRP levels are increased in dogs with PF and exceed levels found in most dogs with SP.

Resumo

A proteína C‐reativa (PCR) é a principal proteína de fase aguda em cães e pode ser um marcador para inflamação em doenças auto‐imunes.

Hipótese/Objetivos

Mensurar os níveis de PCR pré e pós tratamento em cães com piodermite superficial (PS) e pênfigo foliáceo (PF) comparado a cães normais; avaliar a possível correlação dos valores de PCR, imunofluorescência indireta (IFI), e o escore de extensão e severidade de pênfigo foliáceo (do inglês, PEFESI).

Animais

Cinquenta e nove cães divididos em três grupos: Grupo 1 (controle, n = 31), Grupo II (PS, n = 14) e Grupo III (PF, n = 14).

Métodos

Os níveis de PCR foram mensurados nos cães do Grupo I. Biópsias cutâneas dos cães dos Grupos II e III foram obtidas para exame histopatológico. Nos cães do grupo II, os níveis de PCR foram mensurados nos dias 0, 15, 30 e 60. No Grupo III, os cães foram examinados por PEFESI, IFI e níveis de PCR nos dias 0, 15, 30, 60 e 90.

Resultados

O Grupo III demonstrou uma mediana de PCR mais alta (37,4 mg/mL) comparado aos outros grupos (Grupo I, CRP 2,9 mg/mL, P < 0.0001; Grupo II CRP 3,8 mg/mL, P = 0.008). Não houve diferença significativa nos níveis de PCR entre os grupos I e II. Os títulos da IFI e os níveis de PCR reduziram com a melhora clínica na maioria dos casos de PF. Os cães com PCR >10,6 μg/mL foram 5,5 vezes mais predispostos a ter PF que SP. Houve uma correlação positiva forte entre os valores de PCR e PEFESI e uma correlação positiva fraca entre os valores de PCR e os títulos de IFI.

Conclusões e importância clínica

Os níveis de PCR estavam aumentados nos cães com PF e excediam os níveis encontrados na maioria dos cães com SP.

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