The paradox of canine conspecific coprophagy

28 de dezembro de 2020

O paradoxo da coprofagia canina conspecífica

Autores

Benjamin L Hart 1Lynette A Hart 2Abigail P Thigpen 2Alisha Tran 1Melissa J Bain 3

ABSTRACT
Canine conspecific coprophagy, the tendency or predisposition of some dogs to eat their own faeces or those of
other dogs, seems paradoxical because dogs typically show an aversion to conspecific faeces. In an attempt to
resolve this paradox, we set out to determine the factors associated with the occurrence of this behaviour and
to evaluate the efficacy of 11 products marketed for treating coprophagy as well as behaviour modification procedures. Because a large sample of dogs was needed to address these issues, two web-based surveys were utilized. One, intended to compare coprophagic dogs and non-coprophagic dogs, yielded 1552 returns. The other,
yielding 1475 usable returns, specifically recruited owners of coprophagic dogs to gather information about the
characteristics of coprophagy and treatment success. The findings revealed that 16% of dogs sampled engaged
in frequent conspecific coprophagy, defined as having been seen eating stools at least six times. No evidence
was found relating the coprophagy to diet or the dog’s age. Coprophagic dogs were as easily house trained as
non-coprophagic dogs, suggesting a normal aversion to faeces. Coprophagic dogs were more likely to be
reported as greedy eaters than non-coprophagic dogs. The reported success rate of the commercial products
and behaviour modification approaches was close to zero, indicating that the behaviour is not readily changed.
The coprophagy was overwhelmingly directed at fresh stools, defined as being no more than 2 days old. A
hypothesis is offered that coprophagy reflects a tendency inherited from the ancestral wolf to keep the den area
free of faecal-borne intestinal parasites that might be deposited in the den resting area and would typically
have parasite ova that are not initially infective, but could develop infective larvae after 2 days. An evolved
parasite defence strategy to consume fresh faeces in the rest area would be adaptive.

Keywords: canine, coprophagy, dogs, faeces eating, stool eating.

RESUMO

Coprofagia canina conspecífica, a tendência ou predisposição de alguns cães para comer suas próprias fezes ou de outros cães, parece paradoxal porque os cães geralmente mostram uma aversão a fezes da mesma espécie. Numa tentativa de resolver este paradoxo, pretendemos determinar os fatores associados à ocorrência deste comportamento e para avaliar a eficácia de 11 produtos comercializados para o tratamento de coprofagia, bem como procedimentos de modificação de comportamento. Como uma grande amostra de cães era necessária para resolver esses problemas, foram utilizadas duas pesquisas baseadas na web. Um, destinado a comparar cães coprofágicos e cães não coprofágicos, rendeu 1552 retornos. O outro, rendendo 1475 retornos utilizáveis, especificamente recrutados proprietários de cães coprofágicos para coletar informações sobre o características da coprofagia e sucesso do tratamento. Os resultados revelaram que 16% dos cães amostrados engajados na coprofagia co-específica frequente, definida como tendo sido visto comendo fezes pelo menos seis vezes. Sem provas foi encontrado relacionando a coprofagia à dieta ou à idade do cão. Cães coprofágicos eram tão facilmente treinados em casa quanto cães não coprofágicos, sugerindo uma aversão normal às fezes. Cães coprofágicos eram mais propensos a ser relatados como comedores gananciosos do que cães não coprofágicos. A taxa de sucesso relatada dos produtos comerciais e as abordagens de modificação de comportamento eram próximas de zero, indicando que o comportamento não é alterado imediatamente. A coprofagia foi predominantemente direcionada às fezes frescas, definidas como tendo não mais de 2 dias de idade. UMA é oferecida a hipótese de que a coprofagia reflete uma tendência herdada do lobo ancestral de manter a área da toca livre de parasitas intestinais transmitidos por fezes que podem ser depositados na área de repouso da toca e normalmente têm ovos do parasita que não são inicialmente infectantes, mas podem desenvolver larvas infectantes após 2 dias. Um evoluído A estratégia de defesa do parasita para consumir fezes frescas na área de descanso seria adaptativa.

Palavras-chave: canino, coprofagia, cães, comer fezes, comer fezes.

Comentar este artigo

Você precisa estar logado para comentar os artigos.
Desenvolvido por logo-crowd