Comparison of the protocols for obtaining platelet-rich plasma in dogs: a cellular study

18 de abril de 2020

André William Masseaux Vidal Júnior1* Ricardo Siqueira da Silva2
Ana Paula Lopes Marques2
Heloísa Justen Moreira de Souza2

ABSTRACT: This study aimed to evaluate two protocols (PA and PB) that are used to obtain canine platelet-rich plasma (PRP) for cellularity.
Twenty healthy dogs were used. Blood samples were collected and placed in two tubes of 3.2% sodium citrate. PA used double centrifugation at
210 x g, and 370 x g and PB used double centrifugation with 140 x g and 330 x g. The PRP samples from the protocols were examined in terms
of their platelet, erythrocyte, and leukocyte count in the Neubauer chamber, differential leukocyte count and platelet morphological observation
in blood smears. Data (mean and standard deviation) were analyzed with the 95% probability t-test (P <0.05) using Pearson’s correlation to
test the relationship between platelets and erythrocytes, platelets, and leukocytes, and the leukocyte count versus the erythrocytes. Very weak
negative correlation between platelets and leukocytes (p= -0.03), weak negative correlation between platelets and erythrocytes (p= -0.3) and
a strong positive correlation between leukocytes and erythrocytes (ρ = 0.75) were noted. Although, BP did not reach the desired mean of one
million platelets (979300 ± 79631 cells / μL), both protocols, A and B (4.42 ± 1.61 and 3.85 ± 1.55 times more platelets than total blood,
respectively) (p <0.05) were efficient in concentrating platelets. Platelet activation was present in 26.55 ± 6.72% of the PA platelets and 26.25
± 7.03% in PB (p> 0.05). PA and PB presented low erythrocyte concentration (p> 0.05), and PA had more leukocytes (p <0.05) than PB, with
higher concentrations of basophils that were segmented, and lymphocytes.
Key words: growth factors, platelet-rich plasma, cell therapy, canine

fatores de crescimento, plasma rico em plaquetas, terapia celular, cães.

RESUMO: Foi proposto avaliar dois protocolos (PA e PB) para obtenção de plasma rico em plaquetas (PRP) canino quanto a celularidade.
Foram utilizados 20 cães sadios e coletadas amostras sanguíneas, sendo acondicionados em dois tubos de citrato de sódio a 3,2%. O PA
utilizando centrifugação dupla com 210 xG e 370 xG e PB utilizando centrifugação dupla com 140 xG e 330 xG. Amostras de PRP dos
protocolos foram destinadas a contagem plaquetária, eritrocitária e leucocitária em câmara de Neubauer, contagem diferencial leucocitária
e observação morfológica plaquetária em esfregaços sanguíneos. Analisou-se os dados (médias e desvios padrão) pelo Teste t com 95% de
probabilidade (p<0,05) utilizando-se correlação de Pearson para testar a relação entre a contagem de plaquetas e eritrócitos, plaquetas e
leucócitos e leucócitos em relação aos eritrócitos. Houve correlação negativa muito fraca entre plaquetas e leucócitos (ρ= -0,03), negativa
fraca entre plaquetas e eritrócitos (ρ= -0,3) e correlação positiva forte entre leucócitos e eritrócitos (ρ=0,75). Embora o PB não tenha
alcançando a média de um milhão de plaquetas desejado (979300 ± 79631 células/µL), ambos os protocolos, A e B (4,42 ± 1,61 e 3,85 ± 1,55
vezes mais plaquetas que o sangue total, respectivamente) (p<0,05), foram eficientes em concentrar plaquetas. A ativação plaquetária esteve
presente em 26,55 ± 6,72 % das plaquetas do PA e 26,25 ± 7,03 % nas do PB (p>0,05). PA e PB apresentaram baixa concentração eritrocitária
(p>0,05) e PA apresentou mais leucócitos (p<0,05) que PB, com maiores concentrações de basófilos, segmentados e linfócitos.
Palavras-chave: fatores de crescimento, plasma rico em plaquetas, terapia celular, caninos.

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