Association between improvement of clinical signs and decrease of ventricular volume after ventriculoperitoneal shunting in dogs with internal hydrocephalus.

12 de maio de 2020

Martin J. Schmidt

Antje Hartmann

Daniela Farke

Klaus Failling

Malgorzata Kolecka

 

Background: One of the remaining questions in treating dogs with internal hydrocephalus is the association between the decrease of ventricular volume and reexpansion of cerebral parenchyma with clinical improvement. Hypothesis: A decrease in ventricular volume and re-expansion of brain tissue occur after ventriculoperitoneal shunting (VPS). Clinical improvement defined by resolution of ≥1 clinical signs is associated with decreased size of cerebral ventricles and that the extent of change in ventricular size is associated with clinical improvement. Animals: Forty-five client-owned dogs with newly diagnosed communicating internal hydrocephalus. Methods: Ventricular volume, brain volume, and clinical status of dogs that underwent VPS were measured before and 3 months after surgery. Multiple logistic regression analysis was performed to assess the influence of decrease in ventricular size in addition to the covariates “age of the animal” and “duration of clinical signs before surgery” on improvement of clinical signs. Results: Decreased volume of cerebral ventricles was associated with resolution of ≥1 preoperative clinical sign (P < .003). The covariates “age of the animal” and “duration of clinical signs” were not associated with improvement of clinical signs. The percentage decrease in ventricular size was associated with resolution of ataxia (P = .008) and obtundation (P = .011). Conclusion and Clinical Importance: The decrease in ventricular volume and increase in brain parenchyma after VPS are associated with improvement in clinical signs.
KEYWORDS canine, magnetic resonance imaging, ventriculomegaly, volumetry

Associação entre melhora dos sinais clínicos e diminuição do volume ventricular após desvio ventriculoperitoneal em cães com hidrocefalia interna

Antecedentes: Uma das questões remanescentes no tratamento de cães com hidrocefalia interna é a associação entre a diminuição do volume ventricular e a reexpansão do parênquima cerebral com melhora clínica. Hipótese: ocorre uma diminuição no volume ventricular e reexpansão do tecido cerebral após o desvio ventriculoperitoneal (VPS). A melhora clínica definida pela resolução de ≥1 sinais clínicos está associada à diminuição do tamanho dos ventrículos cerebrais e que a extensão da alteração no tamanho ventricular está associada à melhora clínica. Animais: Quarenta e cinco cães pertencentes a clientes com hidrocefalia interna comunicante recém-diagnosticada. Métodos: O volume ventricular, o volume cerebral e o estado clínico dos cães submetidos à VPS foram medidos antes e 3 meses após a cirurgia. Foi realizada análise de regressão logística múltipla para avaliar a influência da diminuição do tamanho ventricular, além das covariáveis ​​“idade do animal” e “duração dos sinais clínicos antes da cirurgia” na melhora dos sinais clínicos. Resultados: O volume diminuído de ventrículos cerebrais foi associado à resolução de ≥1 sinal clínico pré-operatório (P <0,003). As covariáveis ​​“idade do animal” e “duração dos sinais clínicos” não foram associadas à melhora dos sinais clínicos. A diminuição percentual no tamanho ventricular foi associada à resolução de ataxia (P = 0,008) e obtundação (P = 0,011). Conclusão e importância clínica: a diminuição do volume ventricular e o aumento do parênquima cerebral após a SPV estão associados à melhora dos sinais clínicos.
PALAVRAS-CHAVE canino, ressonância magnética, ventriculomegalia, volumetria

 

 

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